quarta-feira, 15 de março de 2017

ESTUDANTES E PROFESSORES SAEM ÀS RUAS DE CAMPO GRANDE CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Movimentos em todo o país apostam no dia 15 de março para barrar 'reformas' de Temer. Em Campo Grande/RN não foi diferente

Escola Municipal de 1º e 2º Graus Prof. Joaquim Leal Pimenta foi o local da concentração da mobilização. Antes da Mobilização, a Escola realizou palestra sobre a reforma da previdência
Na manhã desta quarta-feira (15), estudantes, professores, e demais servidores ligados a educação do município de Campo Grande, saíram às ruas da cidade em caminhada contra a reforma da previdência imposta pelo Governo Federal do Presidente Michel Temer.

Cartazes e gritos dizendo "Não a Previdência" e "Fora Temer", predominaram na caminhada que contou com pequenas paradas com esclarecimentos de professores e demais funcionários públicos a cerca da (PEC) 287. Mobilização contou ainda com a presença da Vereadora Luiza Vieira.

No Congresso

Enquanto isso, as reformas seguem em discussão na Câmara dos Deputados. Houveram discussões ontem (14) como também haverá quinta (16), às 9h30, haverá novas reuniões da comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de reforma da Previdência. Amanhã (16), também se reúnem os parlamentares que analisam o Projeto de Lei 6.787, que propõe mudanças na legislação trabalhista. As centrais se dividem entre apresentar emendas e vetar integralmente os textos governistas.

Ambas as propostas serão alteradas, tanto nas comissões como em plenário, afirma o analista política Marcos Verlaine, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). "A reforma da Previdência, como está formatada, não passa no Congresso Nacional, nem na Câmara e nem tampouco no Senado. Como o governo pesou muito a mão quando elaborou a proposta, o Legislativo não terá como não fazer adequações, mudanças e aperfeiçoamentos no texto, pois se assim não fizer, os projetos eleitorais e reeleitorais dos congressistas estarão ameaçados", escreveu em artigo.

Em relação ao PL 6.787, a avaliação é menos otimista. Para o assessor parlamentar, o texto será alterado para pior. "A PEC 287 é criticada por todos, da base do governo à oposição. A trabalhista não. Só a oposição faz críticas ao texto do governo. Isto é um indicativo objetivo que o projeto será 'turbinado' pela maioria da Câmara." Segundo Verlaine, a bancada empresarial no Congresso trabalha para tornar o projeto menos "tímido", citando definição do próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).


Se aprovada a Reforma da previdência como ficam as idades para aposentadoria?



Fotos da Mobilização em Campo Grande














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